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Saiba por que preferir atendimento domiciliar para cuidados de baixa complexidade

Saiba por que preferir atendimento domiciliar para cuidados de baixa complexidade

O Pronto-Socorro mudou. Quando se fala de Emergência Clínica, “que a atire a primeira pedra aquele que não correu pro doutor”. Mas os planos de saúde e os órgãos governamentais estão preocupados com essa tendência. O que fez com que o Pronto-Socorro fosse tão concorrido como nos dias atuais? Por que a Emergência nos hospitais públicos e particulares está tão concorrida? Será que a população está melhor atendida quando procura a cura imediatamente nos prontos-socorros? Essa é uma grande discussão, mas que não está perdida. Muito já se avançou em busca de uma solução para isso.

A volta do Médico de Família

De acordo com o Ministério da Saúde, ao resgatar o atendimento médico nas residências, o encaminhamento para outros especialistas reduz-se em 80% (Veja mais no portal Rede Saúde Filantrópica). Isso muda a visão de que “nem sempre é preciso ir ao Pronto-Socorro”. Retornando ao paradigma original, as Emergências existem para atender situações em que a vida ou a saúde sofre uma ameaça de forma súbita e imprevista. Nesses casos, a solução deve ser imediata e por isso deve receber um “pronto-socorro”. Bons exemplos são os atendimentos a vítimas de acidentes, fraturas, hemorragias, parada cardíaca etc.

Mas existem as urgências. Elas podem ser graves (ou quase) e se transformar em emergências se não forem resolvidas em curto prazo. A urgência não apresenta risco imediato de vida se não for solucionada rapidamente. Provavelmente em muitos casos pode-se haver previsão para a urgência. Luxações, torções, alguns tipos de fratura menos graves e dengue, por exemplo, devem ser solucionados em curto prazo, mas o atendimento pode ser clínico ou, em muitos casos até, na própria residência do paciente.

Nem sempre é melhor ir ao Pronto-Socorro. Mas por quê?

Como diz o ditado popular, “a cachoeira só pesa na cabeça de quem está debaixo dela”. O que você faz se, ao chegar em casa, encontra seu filho ou sua mãe com febre e sentindo uma dor diferente? Nem é preciso fazer um quiz, mas, lá vai:

a. Dá um remédio e diz para o paciente ir tomar banho
b. Liga para o médico, porque sabe que vai encontrá-lo e faz o que ele orienta
c. Liga para o médico, mas não confia e leva o familiar ao Pronto-Socorro
d. Imediatamente leva o familiar ao Pronto-Socorro
e. Chama algum vizinho para perguntar o que faz

Como resultado, o que os especialistas e as operadoras mostram é que, seja por achar que o atendimento deve ser imediato ou por não saber mesmo o que fazer, o paciente e seu familiar optam pelo atendimento na Emergência do hospital ou clínica mais próxima ou de sua confiança. O problema normalmente é resolvido, mas nem sempre. Outros problemas podem acontecer com base na exposição do paciente aos riscos do ambiente hospitalar e até mais:

  • Proliferação de doenças – O ambiente dos hospitais e clínicas, em especial nas Emergências, recebe todo o tipo de vírus e bactérias dos doentes que, a princípio, poderiam ser atendidos em outro local ou nem deveriam estar ali.
  • Recursos especiais inexistentes – Nem todos os profissionais ou infraestruturas estão preparados para atender a todo o tipo de doenças, urgências e emergências.
  • Desperdício de recursos –  Em virtude do problema citado acima, a probabilidade de prescrições não adequadas e de pedidos de exames desnecessários é muito alta. Quase sempre o paciente sai de um pronto-socorro sem fazer, pelo menos, um exame que, talvez, nem fosse preciso.
  • “Não há almoço grátis” – O custo do atendimento desnecessário é absorvido por cada cidadão, seja por meio de impostos ou dos usuários dos planos de saúde – que, invariavelmente, repassam o gasto para as mensalidades – ou ambos.

O que deve ser feito pela gestão pública?

O poder público e as operadoras de plano de saúde no Brasil já estão testando programas que estão trazendo resultados de redução de custo e de pacientes nas Emergências. Mas, sem sombra de dúvida, o melhor resultado é a redução das urgências e emergências com significativa melhoria da saúde e do bem-estar da população alcançada.

Podemos concluir que esse novo paradigma é, também, inspirado em um modelo que nossos avós e bisavós já conheciam: o médico de família e o atendimento domiciliar.

No que consiste o atendimento domiciliar?

O atendimento domiciliar é perfeito para o tratamento preventivo ou de acompanhamento médico ou, ainda, de urgências de baixa complexidade. Veja exemplos de por que preferir atendimento domiciliar para cuidados de baixa complexidade:

  • Conhecimento legado e continuidade – Os pacientes são recebidos e acompanhados por uma mesma equipe (médico, enfermeiro, agente de enfermagem e outros profissionais de serviços de saúde complementares).
  • Tempo e frequência – Os atendimentos são rápidos quando necessário e planejados;
  • Equipe multifuncional – É possível fazer consultas, acompanhamento de nutricionistas, fisioterapeutas etc.
  • Praticidade e conforto – Na maior parte das vezes não é necessário o deslocamento para exames laboratoriais, curativos e pequenos procedimentos.
  • Segurança e confiança – Ocorrências pontuais menos complexas (como os casos noturnos) podem ser tratadas a distância, pois existe conexão emocional e relação de confiança entre paciente, família e equipe médica.

Existem serviços de atendimento e cuidados de baixa complexidade realmente confiáveis?

Não há espaço para improvisos. Procure sempre quem sabe o que está fazendo. A Imperial Home Care se destaca por oferecer cuidados de baixa complexidade com eficiência. Ela é referência em serviços agregados de internação domiciliar, atendimentos pontuais, monitoramento domiciliar, equipe multiprofissional, apoio e aluguel de equipamentos. Seu corpo clínico é especializado em clínica médica, pneumologia, geriatria e cardiologia.

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